*Linha do Tempo
1941_1970
|
1941 |
|
||
| 1944-1960 |
|
||
| 1960 |
|
||
|
1962 |
|||
[…] As estantes são numeradas. Além do mais, cada uma traz o nome de um jurista que escreveu livros sobre sua especialidade que constam, entre os outros, da estante que o homenageia. São 168 estantes. O fichário, de manuseio muito fácil, comporta fichas por nome de autor, outras por matéria, além de uma terceira classificação das leis por número e assunto. É portanto, muito fácil a qualquer leigo encontrar o texto que o interessa , e, em seguida, a estante e a localização exata do livro que o contém. A biblioteca é franqueada a qualquer pessoa que dela precisa. Insisto, antes de mais nada, sobre este ponto, pois é importante para os professores, jornalistas, escritores, historiadores, estudantes, e, evidentemente, advogados e juízes, já que se trata de uma biblioteca especializada em jurisprudência. […] Mas, voltemos aos 21.000 volumes e à equipe que deles cuida com ternura e está, ao mesmo tempo, à disposição do público especializado e de todos os estudiosos à cata de informações definidas. Realmente, o ambiente é de biblioteca – calma, conforto, meios de encontrar fácil e rapidamente qualquer obra – a maioria dos livros é bem encadernada. Os bichos não sobrevivem no ambiente refrigerado. […]. Quanto ao serviço de encadernação, a jornalista comenta: […] Falando em encadernação, surgiu, em Brasília, um problema. O hábito tradicional de encadernar, imediatamente, cada livro, adquirido ou recebido, não está sendo seguido pela biblioteca, devido a inexistência de um encadernador de classe, e, aliás, de qualquer encadernador, em Brasília. […]. Fonte: BOLETIM DA BIBLIOTECA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ano I, nº 1, abr. 1962, p. 1-9. |
|||
|
1963 |
|||
[…] Tenho saudades do ambiente, por ele preparado: um salão comprido, como comprida era a mesa, que ocupava todo o centro, atapetado de vermelho, onde eram amortecidas as passadas dos que por ela transitavam, cadeiras de palhinha com longos espaldares e braços de madeira trabalhada, um letreiro com sugestiva palavra “Silêncio”. De praxe, ia-se à sala contígua, consultava-se o fichário e ia-se sentar, depois de escolhida a obra, numa daquelas confortáveis cadeiras, até que o contínuo trazia às mãos o livro desejado; e, aí, no ambiente de calma, convidativo, dava-se o mergulho na leitura, até que a luz do dia sombreasse as letras do livro, no cair da tarde. […]. Adiante o autor fala sobre a atuação da biblioteca: […] De duas décadas que atravessei como freqüentador desta querida Biblioteca […] observei que ela atravessou duas fases distintas: uma, dinâmica; outra, estática. A dinâmica foi quando esteve sob a orientação do Dr. FRANCISCO DE PAULA COUTO DE OLIVEIRA […] A fase estática começou quando o referido Diretor dela se afastou, em virtude de falecimento. […] Houve época, nessa fase estática, que o funcionário dela encarregado proibiu a saída, por empréstimo, de qualquer obra, a não ser a pedido de Ministro, ou funcionário da Secretaria. […].
Fonte: BOLETIM DA BIBLIOTECA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, ano II, nº 7, maio 1963, p. 5-6. |
|||
|
1965 |
|
||
1966![]() |
|
||
| 1967 |
|
||
| 1968 |
|
||
1970![]() |
Fonte: PORTARIAS vol. 1969/1970. Brasília: STF, 1970. 1livro de tombo. |
||











