*Exposições
principal
2024
Paulo Brossard completaria 100 anos em 23 de outubro de 2023. Membro do Supremo Tribunal Federal entre 1989 e 1994, o ministro deixou precioso legado para a jurisprudência do país – reflexo desse periodo em que integrou a Corte. O STF comemorou o centenário de nascimento desse grande jurista brasileiro que dedicou prolífica trajetória ao país.
Além de lançamento literário, a homenagem incluiu painel expositivo com imagens fotográficas abrangendo diferentes momentos da vida pessoal e profissional do magistrado. O ministro também deixou sua marca como parlamentar, consultor-geral da República e ministro da Justiça, entre outros cargos da vida pública. Por onde passou foi reconhecido como defensor do Estado de Direito e paladino da democracia, em trajetória comprometida com a realização da justiça e a emancipação do país.
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Fotografia: Felipe Sampaio
Paulo Brossard
Abertura: 12 de dezembro
Onde: Hall de entrada da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal
Encerrada
Saiba mais no Portal do STF:
Ministro Gilmar Mendes inaugura exposição e lança nova edição de livro em homenagem a Paulo Brossard
STF relembra legado do ministro Paulo Brossard no dia do centenário de seu nascimento
STF homenageia ministro Paulo Brossard com exposição e livro

Como o Supremo Tribunal Federal faz a diferença no cotidiano da população? Essa é a questão central da exposição “O STF mudando a vida das pessoas”, inaugurada em novembro de 2024. Por meio de dados e informações, imagens e manchetes de jornais, bem como estatísticas, infográficos, estudos acadêmicos e institucionais, a mostra dá uma ideia sobre o impacto dos julgamentos da Corte na sociedade brasileira.
A exposição aprofunda desdobramentos de decisões do STF sobre temas constitucionais de alta relevância no tecido social. Educação, proteção à mulher, igualdade racial e direitos de pessoas indígenas, LGBTQIAPN+ e com deficiência são algumas das pautas.
O visitante pode constatar a influência dos julgados na vida nacional, inferir condições de grupos e indivíduos no exercício de garantias e direitos vivenciados – e a transformação na história das mentalidades. Ao assinalar a atuação do STF em defesa da soberania da norma constitucional, a exposição também rende tributo aos direitos humanos na sociedade contemporânea.
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
O STF mudando a vida das pessoas
Inauguração:13 de novembro
Onde: Espaço Cultural Ministro Menezes Direito
Classificação indicativa: Livre
Encerrada
Veja matéria no Portal do STF:
STF inaugura exposição sobre decisões que influenciam a vida da população brasileira
Reportagem -TV Justiça:

No mês oficial de luta da pessoa com deficiência, uma coletânea de 20 imagens da Suprema Corte registradas pelo fotógrafo Bruno Moura ocupou o centro da exposição "STF pelos meus olhos". Prata da casa, Bruno faz parte da equipe de Fotografia do Tribunal – e é uma pessoa com síndrome de Down.
Com apoio e supervisão de seus pares, Bruno usa a lente fotográfica como ferramenta para registrar o mundo da maneira como ele o vê. “Ele é muito determinado, esforçado e todos os dias fala que vai dar o melhor”, diz Patrícia Moura, mãe do expositor. As fotos de Moura também estampam cartões postais produzidos pelo Tribunal, disponíveis para aquisição na Livraria e no site do STF.
Comprometido com a valorização de um mundo plural – cada vez mais atento à urgência de inclusão social, acessibilidade e enfrentamento ao capacitismo -, a Suprema Corte reconhece vocações que dão conta do recado. Bruno é uma das dezenas de pessoas com deficiência que trabalham no STF por meio de convênio entre o Tribunal e a Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe).
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Fotografia: Augusto Moreno/STF
STF pelos meus olhos
Abertura: 11 de novembro
Onde: Hall do Museu Ministro Sepúlveda Pertence
Encerrada
Veja mais no site do STF:
STF inaugura exposição com imagens de fotógrafo com síndrome de Down
Imagens produzidas pelo primeiro fotógrafo com síndrome de Down do STF são exibidas em mostra
Reportagem – TV Justiça:

O Supremo Tribunal Federal recebeu em sua sede a exposição “Amazônia Viva”. A experiência imersiva pela região do Rio Tapajós (AM) representou um engajamento às comemorações
do Dia Mundial do Meio Ambiente. Com 10 minutos de duração, a exibição proporcionou um passeio de realidade virtual em 360° pela floresta tropical.
Enquanto teve a oportunidade de aprender sobre bioma e natureza, o visitante pode explorar ambientes remotos com o recurso da tecnologia 3D. Navegar pelas águas do rio amazônico, interagir com habitantes de comunidades indígenas e apreciar de forma sensorial a biodiversidade local, e a beleza da fauna e da flora, foram algumas das experimentações.
A peça premiada foi produzida por uma plataforma colaborativa criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Iniciativa Inter-religiosas pelas Florestas Tropicais (IRI Brasil). O intuito é contribuir para a preservação do equilíbrio climático e para a conservação e uso sustentável das florestas. Outro objetivo do projeto é enfatizar a proteção dos povos indígenas e das comunidades locais.
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Fotografia: Antonio Augusto – SCO/STF
Amazônia Viva
Inauguração: 5 de junho
Onde: Hall dos Bustos do Supremo Tribunal federal
Classificação indicativa: livre
Encerrada
Saiba mais no Portal do STF:
No Dia Mundial do Meio Ambiente, STF inaugura experiência imersiva “Amazônia Viva”
STF realiza a experiência imersiva “Amazônia Viva” no mês do meio ambiente
Reportagem na TV Justiça:
Com o título “64 anos de STF em Brasília”, essa exposição celebra o período mais recente do Supremo Tribunal Federal, a contar da transferência da Corte para a nova capital, em 1960, até os dias atuais. A mostra apresenta composições visuais de Toninho Euzébio que mesclam fotografia e desenho. Os 12 painéis foram criados especialmente para a data.
As intervenções do artista sobrepõem desenhos feitos em folha de caderno a imagens da realidade. São gravuras que dialogam com elementos institucionais da Suprema Corte e da Justiça, seus espaços e bens culturais. Ao projetar esse imaginário numa perspectiva inédita, popularmente acessível e bem-humorada, a exposição tem o intuito de incrementar a proximidade entre o cidadão e o Poder Judiciário.
Com formação publicitária, Toninho é conhecido na internet e já exibiu suas peças em galerias no exterior. Ele atuou também como diretor de arte e diretor de criação em agências de publicidade.
|
|
Fotografia: Gustavo Moreno – SCO/STF
64 anos de STF em Brasília
Inauguração: 18 de abril de 2024
Local: Museu Ministro Sepúlveda Pertence do Supremo Tribunal Federal
Classificação indicada: Livre
Encerrada
Veja matérias no site do STF:
Presidente do Supremo abre exposição “64 anos do STF em Brasília”
Exposição no STF com ilustrações do artista Toninho Euzébio termina neste domingo (30)
Confira reportagem na TV Justiça:
Com o título “Mulheres no Brasil, um caminho pela igualdade de direitos”, a mostra resgata a passagem de grandes brasileiras pela história do Brasil, a começar do período colonial e incluindo os dias atuais. São mulheres de destaque, mesmo que não reconhecidas no seu tempo, que enaltecem as áreas a que se dedicaram, desde atividades políticas e judiciárias até segmentos culturais e artísticos.
O acervo – exibido por ocasião do Dia da Mulher de 2024 – dá acesso a fotografias, ilustrações, pinturas, citações, trechos de canções e de romances, discos e livros, todos com produções envolvendo mulheres. Algumas delas se elevam pelo pioneirismo; outras pelas qualidades e especialidades da obra.
![]() |
![]() |
| Fotografia: Antonio Augusto e Rosinei Coutinho |
Mulheres no Brasil, um caminho pela igualdade de direitos
Inauguração: 7 de março
Onde: Espaço Cultural Ministro Menezes Direito
Classificação indicada: Livre
Encerrada
Confira o Catálogo da exposição
Veja matéria no Portal do STF
Supremo inaugura exposição em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
TV Justiça – Reportagem:

A exposição “Após 8 de janeiro: Reconstrução, memória e democracia” é um marco na história da preservação da memória do Supremo Tribunal Federal. Combinando imagens, objetos e informações, as instalações transportam os visitantes ao dia em que centenas de pessoas atentaram contra a sede da mais alta corte de Justiça do país.
Composições fotográficas – contrastando peças e ambientes em momentos distintos – se unem a itens do acervo artístico e histórico do Tribunal, vídeo captado por câmera de segurança, mobiliários e outros artefatos restaurados, a fim de rememorar as impressões do violento episódio.
Os visitantes podem conferir peças danificadas, fragmentos do que um dia foi uma cadeira, uma obra de arte, uma ferramenta de trabalho ou um símbolo da Justiça. Ainda fazem parte da mostra peças do projeto “Pontos de Memória”, que guardam vestígios físicos do ataque.
É possível, em uma montagem ou outra, ver os esforços do Tribunal para recuperar o patrimônio público, o empenho para reconstruir o Plenário e retomar as atividades da Casa, o que ocorreu menos de um mês após os atentados.
Após 8 de janeiro: Reconstrução, memória e democracia
Inauguração: 8 de janeiro
Onde: Salão Branco do STF, de 8/01/2024 a 28/02/2024; Museu Ministro Sepúlveda Pertence, de 28/02/2024 a 28/03/2025
Classificação indicada: Livre
Encerrada
|
|
|
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Veja matéria do Portal do STF sobre a exposição:
STF reabre ao público exposição sobre os atos de 8/1
Supremo reabre ao público exposição em memória aos ataques de 8/1
Público relata tristeza e incredulidade em exposição sobre vandalismo de 8/1 no STF
STF abre ao público exposição em memória aos ataques de 8/1
Tribunal realiza exposição em memória aos ataques de 8/1
2023

Nas últimas décadas, o Supremo Tribunal Federal tem contribuído para o fim de injustiças históricas contra as mulheres no Brasil. Por meio de seu papel interpretativo e com o poder de última palavra sobre a Constituição, a Corte garantiu o exercício de direitos individuais, coletivos, sociais e políticos para todas elas.
Isso inclui tomada de posição em temas como igualdade salarial e racial, direitos reprodutivos, proteção da vida e o combate à violência contra as mulheres. Para meninas, jovens e mulheres adultas tem sido mais fácil contar com suporte social, expectativa de vida saudável e liberdade para tomar decisões.
Conquistas como essas podem ser conferidas na exposição “O STF e os Direitos das Mulheres”. Além da jurisprudência temática da Corte, a mostra apresenta textos de organismos internacionais em assuntos relacionados à vivência feminina: decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) e relatórios da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e da Organização dos Estados Americanos (OEA).
O STF e os Direitos das Mulheres
Inauguração: 8 de março de 2023, Dia Internacional da Mulher
Onde: Espaço Cultural Ministro Menezes Direito
Encerrada
Classificação indicativa: livre
Veja matéria do Portal do STF sobre a exposição:
Exposição destaca decisões do Supremo relacionadas aos direitos femininos

Exposição com imagens raras de Rui Barbosa fez parte das homenagens do Supremo Tribunal Federal ao jurista, advogado e político brasileiro. A mostra buscou abrilhantar a grandiosidade do eterno mestre em seu centenário de morte. A atuação de Rui Barbosa, que inclui também trabalhos no campo diplomático e jornalístico, foi fundamental para a edificação do Direito, a organização da República e a proteção da supremacia constitucional.
A apresentação em monitores de TV revezava fotografias de personalidades e de eventos de época, recortes de livro e de processos judiciais, mapas, folhetos, notícias na mídia, charges e ilustrações. A mostra destacou também, em linha do tempo, fatos marcantes da vida do ilustre brasileiro – as origens e a formação, seus passos e contribuições, culminando com a comovente partida, em 1° de março de 1823, com as homenagens póstumas e a instalação do busto do cientista do Direito na sede da Suprema Corte, em 1949.
Rui Barbosa – Centenário de Nascimento
Inauguração: 1° de março
Onde: Hall de entrada do Museu Ministro Sepúlveda Pertence – Edifício-Sede do STF
Classificação indicativa: livre
Encerrada
Outras homenagens do STF a Rui Barbosa:
Em sessão solene, STF presta homenagem a Rui Barbosa nos 100 anos de sua morte
Embaixador ressalta importância de Rui Barbosa no cenário internacional em palestra no STF
Há 100 anos, Brasil perdia Rui Barbosa, um dos maiores brasileiros da história
STF promove palestra sobre importância de Rui Barbosa e de suas ideias democráticas

O Supremo Tribunal Federal foi instalado no final do século 19, na transição do regime monárquico para o republicano. Na inauguração, em 28 de fevereiro de 1891, os ministros nomeados tomaram posse e conduziram a sessão plenária que marcou o início das atividades do novo Tribunal. Quatro dias antes tinha sido promulgada a primeira Constituição da República.
Essa exposição, instalada no Salão Branco do Tribunal em 2023, surgiu em meio às ações de comemorações dos 132 anos da Suprema Corte.
O acervo não apenas remete o visitante à origem e à formação da Suprema Corte, como também revisita a legislação e documentos históricos, os espaços e os ritos da época. É possível também conhecer e rememorar os primeiros magistrados do órgão de cúpula do Poder Judiciário, vocacionado à guarda da Constituição.

O dia 8 de janeiro de 2023 entrou para a história por força do atentado praticado contra as instituições e a democracia no Brasil. Naquele domingo, centenas de pessoas invadiram e depredaram a sede do Supremo Tribunal Federal e dos demais poderes. A violência no Tribunal afetou desde espaços, mobiliários e itens de trabalho até objetos do acervo artístico e cultural, causando prejuízos incalculáveis de ordem material e imaterial.
No dia seguinte, contudo, a Suprema Corte deu início ao trabalho de documentar o prejuízo, restaurar peças e ambientes, bem como reorganizar o patrimônio do órgão de cúpula do Poder Judiciário – e de toda a população brasileira.
O projeto Pontos de Memória surge, entre outras iniciativas, como um ambiente de reflexão e de resistência. Instalados em locais de grande circulação do Tribunal, os pontos exibem peças danificadas e destruídas, além de fotografias de espaços e instalações em diferentes momentos. O objetivo é ressignificar e impedir que esse capítulo, que causou tamanha perplexidade à Nação, caia no esquecimento ou volte a acontecer.
|
|
|
||
|
Ponto de Memória instalado no edifício-sede do STF, no hall de acesso ao Plenário do Tribunal |
Ponto de Memória instalado no edifício Anexo I do STF, ao lado da entrada da Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal |
Pontos de Memória
- Quando: a partir de fevereiro de 2023 (ainda em exposição)
- Onde: edifício-sede e edifício Anexo I do STF
- Informações: 3217-3580
- Classificação indicativa: livre
Veja mais no Portal do STF:
Pontos de memória no STF vão lembrar atos de vandalismo de 8 de janeiro
Ministros do STF visitam Hall dos Bustos e Ponto de Memória no edifício-sede
Reportagem da TV Justiça sobre o projeto Pontos de Memória:
2022

|
Exposição A Constituição republicana de 1891 instituiu o Supremo Tribunal Federal (STF), que sucedeu ao Supremo Tribunal de Justiça. A primeira sessão foi realizada em 28 de fevereiro do mesmo ano, no Solar do Marquês do Lavradio, no Rio de Janeiro. Desde então, em contínuo funcionamento, o STF testemunhou o amadurecimento cívico da nação brasileira, sempre executando suas funções com dignidade e ética. A exposição “Do Solar do Lavradio à Praça dos Três Poderes” oferece algumas perspectivas dessa trajetória. Orientada pelas seis Constituições republicanas, a mostra apresenta, por meio de fotografias, documentos, objetos e julgados, como essa história foi construída e retrata o aperfeiçoamento do perfil do Tribunal como guardião da Constituição Federal. Faça o tour virtual na Exposição “Do Solar do Lavradio à Praça dos Três Poderes”.
|
|
|
|
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL |
|
|
2021

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, anunciou, durante a sessão plenária desta quinta-feira (25), o lançamento de um endereço eletrônico para comemorar os 130 anos da Suprema Corte no período republicano brasileiro. O site agrega conteúdo alusivo à data como os principais acontecimentos e julgamentos que transformaram a vida do cidadão em mais de um século de atuação do órgão máximo do Poder Judiciário na República.
Na página é possível conhecer a história do STF desde a primeira sessão em 28 de fevereiro de 1891 até o atual planejamento para o futuro do Judiciário, passando pela apresentação de casos históricos, como o que envolveu a Revolta da Vacina ocorrida em 1904 na antiga capital do Brasil. O tema chegou ao órgão máximo da Justiça que garantiu o domicílio do cidadão como inviolável, de acordo com a Carta Magna vigente na Primeira República.
A Constituição de 1891, aliás, marcou a transição da monarquia para a república e estabeleceu os três poderes independentes entre si: Executivo, Legislativo e Judiciário. Rui Barbosa – célebre jurista, político e escritor – foi coautor dessa edição histórica e um dos mais contundentes defensores do STF. O site destaca imagens, participações em julgamentos e frases do patrono da advocacia brasileira e de outros ministros que fizeram parte do Tribunal.
Horizonte democrático
Nesses 130 anos de história, a Constituição passou por mudanças para acompanhar os interesses sociais e institucionais da nação, contemplando o voto feminino e secreto, os direitos trabalhistas, a liberdade de imprensa, a instituição da Ação Popular entre outros temas. No entanto, intervenções ditatoriais pelas quais o Brasil passou refletiram na Carta Magna até a promulgação da Constituição democrática de 1988 – sob a qual vivemos até os dias atuais –, que recebeu um espaço no hotsite com os principais julgados para a concretização de uma sociedade justa e solidária.
Seguindo no sentido da efetivação dos direitos fundamentais, o STF implementou iniciativas para ampliar o acesso às suas deliberações por se tratar de uma garantia constitucional. A criação da TV Justiça e da Rádio Justiça foi um passo importante nessa direção, já que as sessões plenárias passaram a ser transmitidas ao vivo pelos canais de comunicação. No endereço eletrônico é possível assistir a primeira sessão veiculada pela TV, o julgamento do Conflito de Competência nº 7117 – de relatoria do ministro Sydney Sanches, em sessão presidida pelo ministro Ilmar Galvão.
Com o advento da internet, as ações da Corte ganharam ainda maior transparência por serem divulgadas em mídias digitais como o site oficial do STF e as redes sociais. A página eletrônica comemorativa aborda como o Supremo acompanha as inovações tecnológicas nas últimas décadas, tendo implementado a digitalização de processos, as sessões virtuais, as audiências online e as videoconferências. Essas iniciativas garantiram o funcionamento pleno do Judiciário durante a pandemia de Covid-19, uma das maiores crises sanitárias globais, e apontam para concretizar o STF como a primeira Corte Constitucional 100% digital do mundo.
Participação popular
Além disso, a página registra como a sociedade participa de forma direta das decisões do Supremo, seja por meio das audiências públicas ou da figura do amicus curiae nas sessões. Para conhecer diferentes perspectivas sobre os casos de grande interesse social, os ministros convocam representantes da sociedade civil para expor seus conhecimentos nas audiência públicas. Já o “amigo da corte” participa das sessões como emissário de um grupo específico para apresentar informações relevantes aos casos em exposições orais (presencial ou virtual).
O site comemorativo também dedica uma área com depoimentos dos ministros de hoje e de sempre – como o ministro aposentado Celso de Mello e o ministro decano Marco Aurélio –, além de juristas, sobre as funções e relevância da Corte nos 130 anos de República. Para o ministro Luiz Fux, “o Supremo Tribunal Federal soube acompanhar e responder as demandas e os desafios de cada tempo, ressignificando ao longo das décadas o seu senso de missão”.
Campanha
Ao longo de todo o ano de 2021, a campanha dos 130 anos do STF na República será abordada no site, Intranet, TV, Rádio, intranet e redes sociais da Corte com conteúdo especial como radionovelas, lives comemorativas, documentários e reportagens com memória dos casos mais relevantes analisados pelo Plenário e testemunhos de ex-presidentes. O público também pode participar ativamente dessa celebração compartilhando fotografias da sede da Corte nos perfis do Supremo na internet.
2020

|
Exposição No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Supremo Tribunal Federal realiza a mostra fotográfica A Justiça Sob o Olhar Feminino. A exposição, que destaca a representatividade do gênero na composição dos órgãos de cúpula do Poder Judiciário, propõe uma reflexão sobre a importância das mulheres na promoção da Justiça do País. O acervo está montada no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito e fica em cartaz até o início de abril. No entanto, como o acesso ao Tribunal está limitado em razão da pandemia de coronavírus, a mostra pode ser vista em vídeo produzido pela TV Justiça, ao final do texto. São 21 homenageadas. Entre elas estão as três mulheres que ocupam ou ocuparam o cargo de ministras do STF: Ellen Gracie, a primeira se tornar magistrada da Corte e a presidi-la; Cármem Lúcia, que posteriormente também assumiu a Presidência; e Rosa Weber. Além delas, o critério da escolha foi representar aquelas que compuseram os Tribunais Superiores: Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Superior Tribunal de Justiça (STJ); Tribunal Superior do Trabalho (TST); e Superior Tribunal Militar (STM).
|
De acordo com Ana Paula Alencar Oliveira, coordenadora de Memória e Gestão Documental, a ideia da exposição é evidenciar os desafios que as mulheres venceram ao ocupar assentos nas mais elevadas Cortes nacionais. "Historicamente, é um segmento profissional masculino. A partir de recente marco temporal, as assimetrias vêm diminuindo, mas ainda há muito a avançar para a equilibrada participação feminina", comenta. Para compor a exposição, a Secretaria de Documentação do Tribunal, organizadora do evento, pesquisou a trajetória profissional e a vida acadêmica das ministras, bem como coletou fotografias junto aos órgãos em que elas atuaram. As imagens trazem detalhes das carreiras das magistradas. Diante das novas medidas relativas ao coronavírus, a exposição não está recebendo visitantes presenciais, salvo servidores e colaboradores que trabalham atualmente em atividades essenciais. |
|
|
A Justiça sob o Olhar Feminino |
|
|
2019
|
Exposição A atuação de Djaci Falcão no STF foi marcada por diversas realizações, como expõe a mostra. Entre elas, a participação em comissão que auxiliou na Reforma do Poder Judiciário (1977); a concepção do Museu do Supremo; e parceira com a UnB para a informatização de processos. Quanto a melhorias para os servidores da Casa, destacam-se a modernização de equipamentos e a contratação de médicos. Fotografias originais, indumentárias, objetos pessoais cedidos pela família e documentos estão reunidos na exposição, que ficará disponível ao público até o fim de dezembro. Podem ser vistos registros desde a infância na Paraíba até a posse no STF, passando por volumes de julgamentos relevantes. Um pôster amplia fotografia do ministro na juventude, quando serviu ao Exército em 1944. Outra imagem retrata o casamento com Dona Maria do Carmo, com quem teve três filhos. Condecorações que fizeram parte da trajetória do magistrado também estão expostas no local. Vários outros objetos remontam a vida pessoal e profissional do magistrado. |
![]() |
|
|
Biografia O ministro Djaci Falcão nasceu em 4 de agosto de 1919 e faleceu, de causas naturais, no dia 26 de janeiro de 2012. Natural da cidade de Monteiro, na Paraíba, foi ministro do STF por 22 anos, e ocupou a cadeira de número sete. Ele assumiu o cargo no STF em 22 de fevereiro de 1967, na vaga aberta em decorrência da aposentadoria do ministro Antônio Martins Vilas Boas, e nele permaneceu até 26 de janeiro de 1989, quando foi sucedido pelo ministro Paulo Brossard. Presidiu a Suprema Corte no biênio de 1975/1977 e, pouco antes, também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Graduado pela Faculdade de Direito do Recife, Djaci Falcão chegou à Presidência de todos os tribunais que integrou ao longo de sua vida na magistratura, como o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE) e o Tribunal Regional Eleitoral do mesmo estado (TRE-PE). |
![]() Fotos: Carlos Moura/STF/SCO |
|
| Centenário do Ministro Djaci Falcão Quando: de 21 de novembro a 17 de dezembro, horário de expediente Onde: Hall dos Bustos do STF Entrada franca Informações: 3217-3588 Classificação indicativa: livre |
|
Obras de arte, réplicas, cartas e diversos objetos foram cedidos por museus de todo o país para compor a exposição, promovida pela Secretaria de Documentação (SDO) do STF. O objetivo é homenagear o marco que provocou profundas mudanças na organização político-jurídica brasileira. Entre elas estão o aparelho de montaria do marechal Deodoro da Fonseca, datado de 1890. A peça em couro, metal e outros materiais é mantida pelo Museu Julio de Castilhos, do Rio Grande do Sul. O quadro Proclamação da República (1893), de Benedito Calixto, cujo original pertence à Pinacoteca de São Paulo, recria o momento da proclamação, com o marechal Deodoro ao centro de oficiais, enquanto civis acenam com suas cartolas.
|
![]() |
|
|
Outra imagem exposta para a visitação é uma fotografia de 1885 que retrata a princesa Isabel, o marido e seus três filhos. O registro foi feito com técnica que mistura sais de prata e albumina, anterior à introdução do papel fotográfico de gelatina. Para trazer o original da Constituição 1891 do Rio de Janeiro a Brasília especialmente para a mostra, foi necessária uma cuidadosa força-tarefa, como explica a diretora-geral do Arquivo Nacional, Neide De Sordi. “É um documento de valor inestimável, que exige rigor na conservação para que possa ser preservado para as próximas gerações”, resumiu. O transporte foi feito em avião da Força Aérea Brasileira e, todos os dias, especialistas aferem a temperatura e a umidade do ambiente em que ele está acondicionado. |
![]() Fotos: Carlos Moura/STF/SCO |
|
| A República e o Supremo Quando: de 6 de novembro a 17 de dezembro, horário de expediente Onde: Espaço Menezes Direito do STF Entrada franca Informações: 3217-3588 Classificação indicativa: livre |
Movimento em repouso


Um primeiro olhar não é suficiente para reconhecer as edificações de Brasília nas fotografias de Thomas Kellner, expostas a partir dessa segunda-feira (12) no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no Supremo Tribunal Federal. Mas, ao firmamos a vista, o Teatro Nacional Cláudio Santoro, o Catetinho, a Igreja Nossa Senhora de Fátima e outros prédios da capital estão lá, como que dançando para o observador.
O efeito é fruto da técnica adotada pelo fotógrafo alemão, que parte da figura estática e, estendendo a película aplicada à folha de contato, confere impressão de movimento à obra e ao título da exposição. A mostra Movimento em Repouso vai até o dia 8 de outubro e está aberta à visitação de segunda à sexta-feira em horário de expediente. Para o público externo ela ocorre junto com o programa de visitação pública ao STF. Trata-se da segunda exposição decorrente do acordo entre o Supremo Tribunal Federal e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, tendo Charles Cosac como curador. Dessa vez, as obras, montadas pela Secretaria de Documentação/STF e Museu Nacional da República, foram cedidas pela Galeria Karla Osorio.
Sobre o artista
Thomas Kellner nasceu em Bonn, em 1966. Estudou arte, sociologia, ciências políticas e economia na Universidade de Siegen. Desde 1997, trabalha e reside igualmente em Siegen. Nos anos 2003-4, o artista foi convidado a lecionar no departamento de arte e fotografia na Universidade de Giessen, e, desde 2005, é convidado como expert de fotografia para encontros em Houston, Begin e Brasília.
Chicago, Colônia, Giessen, Hamburgo, Londres, Los Angeles, Munique, Nova York, Portland e Brasília foram algumas das cidades nas quais que receberam exposições individuais do fotógrafo.
Movimento em Repouso
Quando: até 8 de outubro, horário de expediente
Onde: Espaço Menezes Direito do STF
Entrada franca
Informações: 3217-3588
Classificação indicativa: livre





Nessa terça-feira (4/6), dois eventos marcaram a celebração da Semana do Meio Ambiente no STF.
O primeiro, às 11h, foi a abertura da exposição “Água: uso consciente”. A mostra, promovida pelo Comitê de Responsabilidade Socioambiental e pela Secretaria de Documentação (SDO), traz fotografias, desenhos e colagens, cedidas ao Tribunal pelo Museu das Águas de Porto Alegre (MUSA). Os trabalhos, doados por artistas engajados com causas ambientais, ficarão expostos durante a semana para o público interno e externo.
O segundo evento, realizado às 14h, foi o plantio de mudas de ipês na área ao lado do bosque dos Ministros. A iniciativa contou com a participação da secretária de Documentação, Naiara Pichler, e da coordenadora de Memória e Gestão Documental, Ana Paula Alencar Oliveira, e teve apoio da Novacap, que mapeou o terreno, abriu as covas, realizou a adubação e doou as mudas para o plantio.
Abertura: 4 de junho de 2019.




Em convênio com o Museu Nacional da República, o Supremo Tribunal Federal (STF) recebe em sua sede a exposição “Brasiliense, um breve panorama”. Com 41 peças, a mostra revela obras produzidas na cidade desde os anos 1960. “A arte produzida em Brasília nesse período corresponde, com certa harmonia, à arte produzida coetaneamente no Brasil e no mundo. Brasiliense é, pois, grosso modo, quase tudo que se produziu nesta cidade desde a sua fundação”, disse Charles Cosac, diretor do Museu Nacional da República.
A arte produzida em Brasília, ela própria, “cidade-arte”, com suas edificações, é suporte a essa linguagem escultórica presente em toda parte, segundo o curador. “Constituem, assim, não meros complementos, mas estruturas imprescindíveis a tais edificações”.
Obras de Roberto Burle-Marx, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulcão e Darlan Rosa fazem parte da exposição. Dos 37 artistas que assinam as peças, 23 são professores ou ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB). “O destino conferiu a existência das artes visuais da Capital Federal a seu maior polo cultural, a UnB, e às iniciativas espontâneas, focos e talentos independentes”. “Brasiliense celebra a primeira exposição fruto de um promissor convênio entre o Museu Nacional da República e o Supremo Tribunal Federal, a quem somos cordialmente gratos”, afirma Charles Cosac.
As peças ficam expostas até 30 de julho, no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no STF.
Abertura: 22 de abril de 2019.


Exposição de fotografias e citações de mulheres da Casa. A exposição presta um tributo à igualdade, reafirmando que a distinção biológica entre homem e mulher jamais pode servir de fundamento ao exercício de poder de um ser em prejuízo de outro.


“Fruto de uma história contínua de luta em busca da igualdade de direitos e oportunidades entre os sexos, a ressignificação do papel social feminino tem-se igualmente afirmado no espaço jurídico-constitucional da Nação”, diz trecho da exposição.
Abertura: 8 de março de 2019




A exposição reproduz, em espaços cenográficos, a ambientação do universo feminino da época com peças originais da década de 60 (utensílios, mobiliário, vestuário e até mesmo automóveis). Segundo a curadora, Tânia Fontenele, a proposta é resgatar as memórias de mulheres que exerceram as mais diversas funções, “contribuindo silenciosamente para a construção da nova capital”. Há, também, imagens femininas coletadas de revistas e propagandas da época.
A mostra exibe, num mini cinema, o documentário “Poeira & Batom – 50 mulheres na construção de Brasília”, que reúne entrevistas com mulheres pioneiras e filmes históricos.
A exposição é aberta ao público nos horários de visitação ao STF, de segunda a sexta-feira às 10h, 11h, 14h, 15h, 16h e 17h. Mais detalhes sobre a visitação pública ao STF estão disponíveis no portal.
Abertura: 8 de março de 2019

Fruto da premiação concedida pelo Programa Memória do Mundo, da UNESCO, a exposição sobre os processos de reconhecimento da união estável homoafetiva e a garantia dos direitos fundamentais aos homossexuais estará disponível a partir desta quinta-feira (7), até o dia 28 de fevereiro, no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no subsolo do Edifício Sede.
A exposição promete apresentar aos espectadores um conjunto de ações que culminaram para a relevância histórica do acordão que tem amplitude nacional. Desde os processos físicos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4277) e da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132) ao prêmio concedido pela UNESCO poderão ser vistos pelo público interno e externo do Tribunal.
De acordo com o coordenador de memória e gestão documental, Marcelo Jesus dos Santos, “a exposição é um excelente canal de divulgação e valorização dos acervos históricos do Tribunal”. Para ele, a premiação feita pelo Comitê Nacional do Programa Memória do Mundo, da UNESCO é uma honraria recebida por um processo histórico, que reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar sujeita às mesmas regras e consequências da união estável heteroafetiva.
“O que tornam especiais os processos escolhidos é o caráter único”, ressalta Ester Mauch, servidora da Coordenadoria de Gestão e Memória Documental. Ela, que coordenou a equipe de trabalho para inscrição no programa da UNESCO, acredita que, apesar de recente, o reconhecimento da união estável homoafetiva marcou a luta de pessoas pelo direito de construir uma família, independente da orientação sexual. “A maioria dos processos que ganharam o MoW focam no antigo, mas o nosso é um marco significante e que gera impacto futuro”, esclarece Ester.
O Programa Memória do Mundo é uma iniciativa internacional estabelecida em 1992 pela UNESCO. O objetivo é reunir a memória coletiva e documentada, representada pelo patrimônio documental da humanidade, guardado em bibliotecas, museus, acervos e locais de custódia espalhados pelo globo. O Comitê Nacional do Brasil da Memória do Mundo da UNESCO foi criado no âmbito do Ministério da Cultura pela portaria MinC n° 259, de 2004. Em sua 14ª edição, o prêmio Memória do Mundo no Brasil (Memory of the World, MoW Brasil) selecionou dez das 29 candidaturas para serem inscritas no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo.
Abertura: 7 de fevereiro de 2019
2018

Exposição de 60 ilustrações de diversos tamanhos feitas apenas com canetas esferográficas coloridas. Cada obra retrata detalhes da cultura de diferentes cidades brasileiras e alguns de seus monumentos, como em um cartão-postal, porém desenhado.
Há também uma série de desenhos lúdicos, com personagens e cenas inusitadas do cotidiano, que levam não apenas ao sorriso mas também à percepção de que até mesmo objetos dos mais simples podem ganhar outras formas de serem vistos e de provocar reflexão. É, portanto, arte a ser apreciada por pessoas de todas as idades.
Alguns desenhos estão em grandes formatos, para que se percebam bem seus detalhes. Há os que foram feitos em poucos minutos e outros que levaram horas para serem concluídos.
As peças lúdicas surgiram em momentos de descontração do artista, quando uma ideia divertida lhe veio à mente e tudo o que tinha em mãos era uma caneta e um papel.
Ao usar apenas a tinta permanente das canetas, o artista sabe que corre riscos, pois os traços não podem ser apagados, corrigidos ou desfeitos. Isso, contudo, termina por propiciar o encontro perfeito entre liberdade criativa e técnica bem apurada, mostrando ao público que não há por que ter medo de se expressar e de se divertir caprichosamente com sombras e perspectivas.
Para aumentar o desafio, todos os desenhos foram feitos sem auxílio de régua ou corretivo.
Cada tinta colorida no papel é bem pensada e definitiva. Cada lampejo de criatividade se materializa com cuidado e paciência, o que torna a obra ainda mais primorosa.
A exposição convida o público a se divertir com uma arte diferente, que tem o poder de nos transportar para um mundo novo e particular de traços, cores e texturas.
O artista
Jailson Belfort nasceu em São Luís/MA e radicou-se em Brasília no ano de 1999. Começou a desenhar na infância, tendo como referência o apresentador de tevê e ilustrador Daniel Azulay. É formado em Design pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA (1998). Trabalha com publicidade em agências de propaganda desde 1991, como arte-finalista, ilustrador e diretor de arte. Experiente na área de criação, projeto gráfico e diagramação de revistas e jornais, atua também na confecção de peças publicitárias, criação de logos e identidade visual. Foi autônomo por 5 anos, período em que desenvolveu projetos para uma carteira variada de clientes. Atualmente é designer gráfico no Supremo Tribunal federal (STF). Uma de suas maiores referências é o artista gráfico holandês Maurits Cornelis Escher.
Acesse o catálogo da exposição.
Abertura: 10 de julho de 2018

A história da criação de um órgão de cúpula do Poder Judiciário no Brasil remonta ao ano de 1808, data da vinda da família real portuguesa para o Brasil, ocasião em que o antigo Tribunal da Relação do Rio de Janeiro é transformado em Casa da Suplicação do Brasil, última instância judiciária do País, para onde os tribunais das províncias remetiam recursos e apelações.
Com a Independência, esse nome é alterado para Supremo Tribunal de Justiça, denominação que vigora de 1829 até o fim do período monárquico. E, uma vez proclamada a República, observa-se na recém-promulgada Constituição de 1891 nova mudança de nome, agora registrado como Supremo Tribunal Federal, designativo que prevalece até os dias atuais.
Em todo esse período, mais de dois séculos, a memória da instituição mantém-se preservada, entre outros registros, por meio de ilustrações e fotografias que a retratam nas suas mais diferentes épocas. O acervo a esse respeito guarda inúmeras imagens dos edifícios-sede em momentos significativos de sua história e com a arquitetura que lhe era típica. Do exterior de cada prédio, de cada fachada ou pórtico reproduzido, entrevemos o recorte de um tempo que a mão do desenhista ou o olho do fotógrafo não deixou de registrar.
Vistos de seu interior, temos desses grandes edifícios imagens de personagens que lhe ocuparam o espaço, sejam de ministros que neles desempenharam seu dever de ofício, sejam de outros, não menos protagonistas, que ali estiveram por liturgia em honrosas e memoráveis visitas. Não são poucos os quadros de bela representação retratados no ambiente do nosso Supremo Tribunal, quer nas antigas sedes do Rio, quer neste moderno palácio de Niemeyer.
Além dessas reproduções, há outras de guarda particular cedidas por servidores. Inscritas entre os períodos de 1960 a 2000, todas contribuem para evocar algum momento marcante à memória do Tribunal ou do País e constituem instantâneos não menos dignos de registro e apreciação.
Por sua importância memorialística, o Supremo Tribunal Federal apresenta ao público uma seleção de fotografias e imagens que retratam momentos históricos da instituição ao longo de sua secular existência. Esse acervo nos permite um mergulho no tempo que dá a conhecer o passado e toda a tradição através do qual a criamos e sobre a qual ainda temos muito por construir.
Acesse o catálogo da exposição.
Abertura: 19 de setembro de 2017

Waldomiro de Deus – ou das estrelas, nas palavras do músico Geraldo Vandré – tornou-se pintor famoso por retratar o cotidiano brasileiro em traços simples e cores marcantes. Nascido em 1944, na cidade baiana de Itagibá, Waldomiro ganharia o mundo como o maior representante da arte naïf brasileira.
Ainda garoto, um pau de arara o levou em direção à sua primeira parada: São Paulo. Na cidade grande, engraxava sapatos e rabiscava panfletos de rua. Em uma dessas, despertou a admiração de um italiano, que lhe deu emprego, abrigo, tintas e telas. Sua exposição inaugural foi ao ar livre, nas ruas do Viaduto do Chá. A partir daí, não parou mais.
As primeiras peças, em cartolina, foram logo arrematadas, e o dinheiro da compra serviu como combustível para produzir outras obras de arte. Com a ajuda do mecenas Terry Della Stuffa, Waldomiro atravessou o Oceano Atlântico e levou as cores do Brasil à Europa. Em Paris, já artista renomado, recebeu até mesmo um onírico beijo do mestre surrealista Salvador Dalí.
A arte de Waldomiro de Deus simplesmente não se prende a rótulos. Imprime todos os sentimentos, representando a religiosidade, a política e a cidadania do Brasil em matizes próprios, primitivistas. O folclore brasileiro também é tema de sua predileção.
Reconhecido internacionalmente como grande talento, tendo recebido vários prêmios ao longo de sua carreira, o artista nos brinda com alguns de seus quadros, que em conjunto constituem um apanhado de mais de meio século de sua frutífera e gloriosa trajetória no mundo das artes.
Acesse o catálogo da exposição.
Abertura: 13 de junho de 2017










































